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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Nesta noite sonhei com Villegaignon

Para entender o sonho desta noite, fiz uma pesquisa na web,,,achei isso


(...) Os franceses, comandados por Villegaignon, que os índios chamavam de "Páia Colá" (Pai Colá), fundaram em 1555 a colônia França Antártica, onde hoje é a cidade de Rio de Janeiro, na época pleno território português, de acordo com o velho tratado de Tordesilhas. Os invasores ficaram no Brasil 12 anos e, durante esse tempo, envolveram-se numa intensa guerra contra os portugueses e seus aliados indígenas liderados pelos tupiniquins. Antes da invasão, eles já mantinham intenso contrabando de pau-brasil.





Por outro lado, os tupinambás, tamoios e outras pequenas tribos uniram-se numa confederação contra os portugueses, que acabou sendo chamada de "Confederação dos Tamoios". Esses índios detestavam os portugueses os quais eram chamados de "tapuitinga" (bárbaros brancos), A Confederação dos Tamoios foi uma longa e desgastante guerra travada no litoral brasileiro entre as décadas de 1540 a 1560. Motivo: desde que se instalaram no país, em 1531, os portugueses atacavam aqueles índios para transformá-los em escravos nas plantações de cana-de-açúcar de São Vicente (São Paulo) e Pernambuco.


"Ao chegarem Nóbrega e Anchieta ao Brasil, para o grande apostolado, já encontraram os índios de todo o litoral contaminados pelo ódio ao estrangeiro que os viera desalojar de suas tabas, raptando-lhes as mulheres e escravizando-lhes os prisioneiros. Não havia possibilidade fácil, imediata, de transformá-los em amigos. Anchieta, pelos escritos deixados, jamais considerou os índios em benevolência", salientou Joaquim Thomaz em seu livro "Anchieta" (Página 32, Biblioteca do Exército, Coleção General Benício, Vol. 191. 1981, RJ).


Já John Manuel Monteiro, em seu livro "Negros da Terra- Índios e bandeirantes nas origens de São Paulo"(Companhia das Letras, 1ª edição, 1994), observou: "Em 1548, segundo um relato da época, a capitania (de São Paulo) já dispunha de seis engenhos de moer cana e uma população escrava superior a 3 mil cativos. Na procura por trabalhadores indígenas, os colonos buscavam suprir-se, inicialmente, de duas maneiras: através do escambo ou da compra de cativos. Na primeira forma de recrutamento, os portugueses ofereciam ferramentas, espelhos e bugigangas aos chefes indígenas na expectativa de que estes orientassem mutirões para as lavouras européias.


Embora útil na derrubada das matas para o preparo das roças, esta forma mostrou-se inadequada, esbarrando na aparente inconstância dos índios. Na segunda forma de recrutamento, os portugueses procuravam fomentar a guerra indígena com o intuito de produzir um fluxo significativo de cativos que, em vez de sacrificados, seriam negociados com os europeus como escravos". (Op.
cit. págs. 30 e 31).

"Os portugueses acreditavam que o aumento de prisioneiros de guerra acarretaria a formação de um considerável mercado de escravos, uma vez que mesmo a legislação colonial sancionava esta forma de adquirir trabalhadores" (Pág. 33).


Oito anos antes da invasão francesa, apareceu no Brasil um alemão chamado Hans Staden, cujas aventuras poderiam inspirar um belo filme de ação nas mãos de um Steven Spielberg ou de algum talentoso cineasta (se botar na mão de brasileiro, vira "suruba"- Aliás, "suruba" é uma palavra do tupi-guarani que significa "bom", bem diferente do significado que possui hoje no português brasileiro). (Aliás, mais uma notinha. O falecido ex-presidente da república, Jânio Quadros, quando se candidatou a prefeito de São Paulo em 1982, usava como slogan de sua campanha política- "Este é suruba". Teve gente que não entendeu e pensou "naquilo", o que valeu uma reportagem da revista Veja explicando que "suruba" significava apenas "bom").
Staden embarcou em Lisboa em 29 de abril de 1547 num navio português rumo ao Brasil. Naufragou no litoral de São Paulo em 1548, mas conseguiu sobreviver e chegar a uma aldeia portuguesa. Acabou tornando-se guarda de um forte dos portugueses em Bertioga, litoral paulista, a pedido do então Governador-Geral do Brasil, Tomé de Souza. (...)
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http://hid0141.blogspot.com/2008/12/uma-breve-histria-da-lngua-tupi-lngua.html
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